Futuros de gás natural dos EUA começam a semana em alta

© Reuters.  Futuros de gás natural dos EUA começam a semana em alta
© Reuters. Futuros de gás natural dos EUA começam a semana em alta

Investing.com – Contratos futuros de gás natural subiam nesta segunda-feira, recuperando-se após terem caído ao menor nível em mais de cinco meses no final da semana passada.

Contratos futuros de gás natural com vencimento em setembro eram negociados por US$ 2,797 por milhão de unidades térmicas britânicas às 11h00 (horário de Brasília), alta de US$ 0,023 ou cerca de 0,8%. Na sessão anterior, chegaram a US$ 2,753, preços mais baixos desde 2 de março.

Os preços tiveram uma queda de quase 5,7% na semana passada, que foi a terceira semana seguida de redução, em meio a previsões do tempo ruins para investidores pois poderiam limitar a demanda pelo combustível.

Preços do gás natural acompanhavam de perto a previsão do tempo nas últimas semanas, já que investidores tentam avaliar o impacto das mudanças do clima na demanda de resfriamento do verão.

Quase 50% de todos os domicílios norte-americanos usam gás para resfriamento.

O total de gás natural em estoque chega a 3,010 trilhões de pés cúbicos de acordo com a Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA, na sigla em inglês), o que representa 8,5% a menos que os níveis neste mesmo período do ano passado e 2,9% acima da média de cinco anos para este período do ano.

As expectativas prévias para os dados dos estoques desta semana, com divulgação prevista para quinta-feira, são de um aumento na faixa entre 32 e 42 bilhões de pés cúbicos na semana encerrada em 4 de agosto.

Isso se compara a um aumento de 20 bilhões de pés cúbicos na semana anterior, 29 bilhões no ano anterior e um aumento médio de cinco anos de 54 bilhões de pés cúbicos.

Fonte: Investing.com

Petróleo: panorama da semana de 7 a 11 de agosto

© Reuters.  Petróleo sobe na sexta-feira, mas registra leve queda na semana
© Reuters. Petróleo sobe na sexta-feira, mas registra leve queda na semana

Investing.com – Preços do petróleo fecharam em alta nesta sexta-feira com o auxílio de sinais de uma possível desaceleração na produção de shale oil nos EUA, mas ainda encerraram a semana com pequenas perdas em meio a renovadas preocupações com a conformidade da OPEP em relação ao acordo para limitar a produção.

O contrato com vencimento em setembro do petróleo bruto West Texas Intermediate dos EUA ganhava US$ 0,55, ou cerca de 1,1%, e era negociado a US$ 49,58 no encerramento do pregão na sexta-feira.

Do outro lado do Atlântico, contratos de petróleo Brent com vencimento em outubro na Bolsa de Futuros ICE (ICE Futures Exchange) em Londres avançara US$ 0,41, ou cerca de 0,8%, sendo negociados por US$ 52,42 o barril no final do pregão.

Os ganhos de sexta-feira ocorreram após a divulgação dos números semanais da Baker Hughes, empresa fornecedora de serviços ao setor de energia, que mostraram que o número de sondas ativas na extração de petróleo teve redução de 1, totalizando 765 na semana passada. Foi a segunda redução nas últimas três semanas, sugerindo sinais iniciais de moderação no crescimento da produção doméstica.

Apesar do desempenho positivo na sexta-feira, o WTI perdeu US$ 0,13, ou cerca de 0,3%, na semana, ao passo que o Brent recuou US$ 0,10, ou cerca de 0,2%, em meio a indicações de que as exportações da OPEP subiram ao nível mais alto do ano mesmo com o pacto de reduzir a produção.

A OPEP e alguns produtores externos à organização concordaram desde o início do ano em reduzir 1,8 milhão de barris por dia no abastecimento até março de 2018. Até o momento, esse acordo teve pouco impacto nos níveis dos estoques globais devido ao aumento da oferta de produtores que não participam do acordo, como a Líbia e a Nigéria, e ao aumento incessante na produção de shale oil nos EUA.

Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), contratos futuros de gasolina com vencimento em setembro avançaram US$ 0,014, ou cerca de 0,9%, e encerraram em US$ 1,646 na sexta-feira. Na semana, fecharam em alta de 1,8%.

Contratos de óleo de aquecimento com vencimento em setembro encerraram em alta de US$ 0,009, ou 0,6%, cotados a US$ 1,648 o galão, encerrando a semana em alta em torno de 0,6%.

Contratos futuros de gás natural com vencimento em setembro recuaram US$ 0,026, ou 0,9%, para US$ 2,774 por milhão de unidades térmicas britânicas. Tiveram recuo na semana de quase 5,7%, a terceira queda seguida.

Na semana a seguir, participantes do mercado estarão atentos a relatórios mensais da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e da Agência Internacional de Energia para avaliar os níveis globais de oferta e demanda de petróleo.

Os dados fornecerão aos investidores uma melhor forma de avaliar se o reequilíbrio global está acontecendo no mercado de petróleo.

Investidores de petróleo também estarão atentos à reunião de ministros de petróleo de alguns países da OPEP e externos à organização, marcada para segunda e terça-feira em Abu Dhabi, para discutir a conformidade com o acordo sobre limites globais de produção que estará em curso até março de 2018.

Enquanto isso, participantes do mercado prestarão atenção nas mais recentes informações semanais sobre as reservas norte-americanas de petróleo bruto e produtos refinados na terça e na quarta-feira para avaliar a força da demanda do maior consumidor de petróleo do mundo.

Antes da semana que está por vir, a Investing.com compilou uma lista com estes e outros eventos significativos que podem afetar os mercados.

Segunda-feira, 7 de agosto

Representantes de algumas nações da OPEP e externas à organização darão início à reunião de dois dias em Abu Dhabi para discutir a conformidade com os cortes globais na produção.

Terça-feira, 8 de agosto

O Instituto Americano de Petróleo, grupo do setor petrolífero, deve publicar seu relatório semanal sobre a oferta de petróleo nos EUA.

Quarta-feira, 9 de agosto

A Administração de Informações de Energia dos EUA deve divulgar seus dados semanais sobre estoques de petróleo e de gasolina

Quinta-feira, 10 de agosto

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo publicará sua avaliação mensal dos mercados de petróleo.

O governo norte-americano deve divulgar relatório semanal da oferta de gás natural em estoque.

Sexta-feira, 11 de agosto

A Agência Internacional de Energia divulgará seu relatório mensal de oferta e demanda globais de petróleo.

A Baker Hughes divulgará seus dados semanais sobre a contagem de sondas de petróleo nos EUA.

Fonte: Investing.com

Importações de combustíveis e lubrificantes crescem 57,3% em julho para US$1,522 bi

© Reuters.  Importações de combustíveis e lubrificantes crescem 57,3% em julho para US$1,522 bi
© Reuters. Importações de combustíveis e lubrificantes crescem 57,3% em julho para US$1,522 bi

RIO DE JANEIRO (Reuters) – As importações de combustíveis e lubrificantes pelo Brasil cresceram 57,3 por cento em julho ante o mesmo mês de 2016, para 1,522 bilhão de dólares, segundo dados publicados nesta terça-feira pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

No caso específico de gasolinas para automóveis, no mesmo período, o crescimento das importações foi de 9,3 por cento, para 115 milhões de dólares, apontaram os dados.

O aumento aconteceu após a Petrobras (SA:PETR4) ajustar, no fim de junho, sua política interna de preços de diesel e gasolina, buscando reconquistar mercado perdido para outras empresas que estavam elevando importações do Brasil.

“O crescimento ocorreu principalmente pelo aumento de petróleo em bruto, carvão, óleo diesel, gás natural, gás GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), querosenes, óleos lubrificantes”, afirmou a Secex em nota.

Fonte: Investing

Abegás eleva previsões para vendas de GNV após alta do PIS/Cofins

O consumo de GNV neste ano deverá crescer 13,5% em relação a 2016, ante 10% na previsão anterior, segundo dados da Abegás

Gás Natural Veicular

GNV: “O GNV acaba sendo um combustível social neste momento de crise econômica”, disse Mendonça (foto/Quatro Rodas)

Rio de Janeiro – As distribuidoras de gás canalizado elevaram suas projeções para o consumo brasileiro de Gás Natural Veicular (GNV) em 2017 após o governo federal aumentar as alíquotas de PIS/Cofins sobre combustíveis líquidos, segundo um levantamento feito pela associação das empresas do setor para a Reuters.

O consumo de GNV neste ano deverá crescer 13,5 por cento em relação a 2016, ante 10 por cento na previsão anterior, segundo os dados da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás). Em 2016, a comercialização de GNV somou 5 milhões de metros cúbicos por dia.

Em entrevista à Reuters, o gerente de Planejamento Estratégico e Competitividade da Abegás, Marcelo Mendonça, explicou que as vendas do GNV já vinham em trajetória de crescimento, com a ajuda da política de preços da Petrobras, que vem seguindo uma lógica de mercado desde outubro de 2016.

Por muitos anos, a petroleira estatal manteve preços abaixo dos praticados do exterior por determinação do governo federal, que utilizava a medida como forma de controlar a inflação. O movimento prejudicava a competitividade do GNV, assim como a do etanol hidratado.

“Mais recentemente existe uma tendência de liberalização dos preços dos combustíveis líquidos, com aproximação de preços internacionais… E volta a ter competitividade o gás natural”, afirmou Mendonça, destacando que as vendas voltaram a crescer em 2016 após oito anos consecutivos de queda.

O cenário, juntamente com a pior recessão financeira da história recente do Brasil, fez com que os consumidores buscassem alternativas mais acessíveis para abastecer os seus veículos. A frota atual movida a GNV soma cerca de 1,9 milhão de veículos.

“O GNV acaba sendo um combustível social neste momento de crise econômica”, disse Mendonça, destacando que é “praticamente impossível” que um taxista ou um autônomo, que se desloca mais de 50 km por dia, não esteja utilizando gás como combustível, devido a sua competitividade.

O volume médio comercializado de GNV cresceu 9 por cento no acumulado do ano até maio ante o mesmo período de 2016, para cerca de 5,3 milhões de metros cúbicos por dia.

No ano passado, houve um avanço de 2,9 por cento das vendas em relação a 2015.

Mas o avanço da comercialização deverá ser impulsionado ainda mais pelo aumento recente das alíquotas do PIS/Cofins da gasolina e do diesel, anunciado neste mês, de acordo com o levantamento da Abegás.

Mendonça destacou que, além da competitividade, o GNV oferece ao país uma redução de emissão de gases, além de uma menor dependência de importações de gasolina e diesel.

Segundo a Abegás, em 2016, o Brasil gastou 3,81 bilhões de dólares com a importação de 7,91 bilhões de litros de diesel e 2,92 bilhões de litros de gasolina.

“O GNV é o combustível do momento… a retomada é algo inevitável, vai acontecer”, disse Mendonça, frisando que o próximo desafio do setor é alcançar veículos pesados, o que já acontece em países da Europa e da América do Sul.

Fonte: Exame

Preços do petróleo sobem pelo sétimo dia seguido; WTI acima de US$ 50

© Reuters.  Preços do petróleo sobem pelo sétimo dia seguido
© Reuters. Preços do petróleo sobem pelo sétimo dia seguido
Investing.com – Preços do petróleo continuavam a subir nesta terça-feira, ampliando os ganhos pela sétima sessão, já que investidores continuavam a comemorar sinais de que o mercado global estaria começando a se reequilibrar.

O contrato com vencimento em setembro do petróleo bruto West Texas Intermediate estava cotado a US$ 50,27 o barril às 4h05 (horário de Brasília), alta de US$ 0,10 ou de cerca de 0,2%. Na sessão anterior, chegou a US$ 50,41, seu valor mais alto desde 25 de maio.

Do outro lado do Atlântico, contratos de petróleo Brent com vencimento em outubro na Bolsa de Futuros ICE (ICE Futures Exchange) em Londres avançavam US$ 0,05 e o barril era negociado a US$ 52,77 após terem atingido US$ 52,90 no dia anterior, máxima de mais de dois meses.

Preços do petróleo encerraram em alta pela sexta sessão seguida na segunda-feira, encerrando julho com o maior percentual de ganho em um mês desde abril de 2016.

A referência norte-americana avançou em torno de 9% no último mês, ao passo que o Brent registrou um ganho no mês em torno de 10%.

A percepção melhorou devido a novas promessas da Arábia Saudita e Nigéria para reduzir exportações e limitar a produção, respectivamente.

Os preços tiveram um impulso adicional com a redução dos níveis dos estoques de petróleo norte-americanos e uma possível desaceleração na produção dos EUA de shale oil.

Dados semanais dos estoques de petróleo bruto dos EUA devem mostrar outra redução. O Instituto Americano de Petróleo (API, na sigla em inglês), grupo do setor petrolífero, deve divulgar seu relatório semanal às 16h30 em horário local (17h30 em horário de Brasília) nesta terça-feira. Dados oficiais da Administração de Informação de Energia (EIA, na sigla em inglês) serão divulgados na quarta-feira, em meio a previsões de redução dos estoques de petróleo em 2,9 milhões de barris.

Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), contratos futuros de gasolina com vencimento em setembro avançavam menos de US$ 0,005 para US$ 1,679 o galão, ao passo que contratos futuros de óleo de aquecimento com vencimento em setembro avançavam US$ 0,003 e eram negociados por US$ 1,670 o galão.

Contratos futuros de gás natural com vencimento em setembro avançavam US$ 0,034, ou 1,2%, para US$ 2,828 por milhão de unidades térmicas britânicas, recuperando-se das perdas em torno de 5% ocorridas na segunda-feira.

Fonte: investing.com

Os Futuros do Gás Natural subiram durante a sessão europeia

Os Futuros do Gás Natural subiram durante a sessão europeia

Commodities28.07.2017 06:00
© Reuters.  Os Futuros do Gás Natural subiram durante a sessão europeia © Reuters. Os Futuros do Gás Natural subiram durante a sessão europeia
Investing.com – Os Futuros do Gás Natural subiram durante a sessão europeia na sexta-feira.

 

Na Bolsa Mercantil de Nova York, Os Futuros do Gás Natural em Setembro foram negociados na entrega a US$ 2,966 por milhões de unidades térmicas Britânicas no momento da escrita, subindo 0,03%.

Anteriormente negociadas na alta da sessão a US$ por milhões de unidades térmicas Britânicas. O Gás Natural estava propenso a encontrar apoio em US$ 2,880 e resistência em US$ 2,998.

O Índice Dólar Futuros, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, registrou perdas 0,18% para negociação a US$ 93,60.

Em outra parte da Nymex, O Petróleo para entrega em Setembro registrou perdas 0,06% para negociação a US$ 49,01 por barril enquanto O Óleo para entrega em Agosto registrou perdas 0,02% para negociação a US$ 1,6036 por galão.

Fonte: Investing.com

BNDES busca consultorias para privatização de companhias de gás

A instituição publicou os editais para contratar as consultorias que trabalharão na privatização de duas companhias estaduais de distribuição

Homem caminha ao lado do logo do BNDES no Rio de Janeiro, dia 11/01/2017

BNDES: as licitações fazem parte do apoio do BNDES ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) (Nacho Doce/Reuters)

Rio – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) publicou os editais para contratar as consultorias que trabalharão na estruturação e na implementação da privatização de duas companhias estaduais de distribuição de gás natural, a Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul (MSGás) e a Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), informou nesta terça-feira, 25, a instituição de fomento.

Conforme nota distribuída pelo BNDES, os serviços a serem contratados junto as consultorias incluem avaliação econômico-financeira, o estudo de alternativas para evolução no modelo regulatório do setor, a modelagem do processo de desestatização, uma “completa due dilligence da companhia”, assessoria jurídica e de comunicação e outros serviços profissionais especializados.

As licitações fazem parte do apoio do BNDES ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que inclui privatizações de estatais da União e dos Estados.

“Até agora, sete Estados já manifestaram formalmente ao BNDES o interesse para desestatização de suas empresas de distribuição de gás natural: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba”, diz a nota do BNDES.

Fonte: Exame

Petróleo continua a subir com promessas da OPEP; dados do API a caminho

© Reuters.  Petróleo continua a subir
© Reuters. Petróleo continua a subir

Investing.com – Preços do petróleo continuavam a subir nas negociações desta terça-feira na Europa, ampliando ganhos pela segunda sessão após produtores da OPEP prometerem mais medidas para ajudar a acelerar o reequilíbrio de oferta e demanda globais.

O contrato com vencimento em setembro do petróleo bruto West Texas Intermediate estava cotado a US$ 47,17 o barril às 09h35 (horário de Brasília), alta de US$ 0,85 ou de cerca de 1,8%.

Por outro lado, contratos de petróleo Brent com vencimento em setembro na Bolsa de Futuros ICE (ICE Futures Exchange) em Londres ganhavam US$ 0,87 e o barril era negociado a US$ 49,47.

Preços do petróleo encerram a segunda-feira em alta, já que novas promessas da Arábia Saudita e Nigéria para reduzir exportações e limitar a produção, respectivamente, melhoraram o humor dos investidores.

Na reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo ocorrida na segunda-feira, a Arábia Saudita anunciou que reduziria as exportações de agosto para 6,6 milhões de barris por dia, o que seria um milhão a menos em comparação ao ano anterior.

Além disso, a Nigéria, que está dispensada este ano do pacto de cortes na produção da OPEP, prometeu limitar a produção quando atingir o nível de 1,8 milhão de barris por dia. Os últimos dados do cartel apresentam a produção do país em torno de 1,7 milhão.

Em maio, a OPEP e alguns produtores externos à organização estenderam o corte de 1,8 milhão de barris por dia no abastecimento até março de 2018.

Até o momento, esse acordo teve pouco impacto nos níveis dos estoques globais devido ao aumento da oferta de produtores que não participam do acordo, como a Líbia e a Nigéria, e ao aumento incessante na produção de shale oil nos EUA.

Agora, investidores aguardam dados semanais dos estoques norte-americanos de petróleo bruto e produtos refinados.

O Instituto Americano de Petróleo (API, na sigla em inglês), grupo do setor petrolífero, deve divulgar seu relatório semanal às 16h30 em horário local (17h30 em horário de Brasília) nesta terça-feira. Dados oficiais da Administração de Informação de Energia (EIA, na sigla em inglês) serão divulgados na quarta-feira, em meio a previsões de redução dos estoques de petróleo em 3,0 milhões de barris.

Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), contratos futuros de gasolina com vencimento em agosto ganhavam US$ 0,013, ou cerca de 0,8%, chegando a custar US$ 1,570 o galão, ao passo que contratos futuros de óleo de aquecimento com vencimento em agosto ganhavam US$ 0,021 e eram negociados por US$ 1,538 o galão.

Contratos futuros de gás natural com vencimento em setembro subiam US$ 0,038 e encerraram em US$ 2,920 por milhão de unidades térmicas britânicas.

Fonte: Investing.com

Temer indica José Cesário Cecchi ao cargo de diretor da ANP

A mensagem com a indicação está publicada no Diário Oficial da União

Michel Temer

Temer: encaminhou nomeação para a apreciação do Senado Federal (Adriano Machado/Reuters)

Brasília – O presidente Michel Temer encaminhou para a apreciação do Senado Federal o nome de José Cesário Cecchi para exercer o cargo de diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A mensagem com a indicação está publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Fonte: Exame

NEGÓCIOS ExxonMobil é multada por violar sanções relacionadas à Ucrânia

A ExxonMobil diz que seguiu a “orientação clara” da Casa Branca e do Departamento do Tesouro

Sede da ExxonMobil na Bélgica

ExxonMobil: afirmou que a multa foi “fundamentalmente injusta” (Sebastien Pirlet/Reuters)

Nova York – A ExxonMobil foi multada em US$ 2 milhões pelo Departamento do Tesouro por violar as sanções relacionadas com a Ucrânia, quando o CEO da empresa ainda era Rex Tillerson, o atual secretário de Estado dos Estados Unidos. De acordo com o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, os presidentes das subsidiárias dos EUA assinaram contratos legais com Igor Sechin, presidente da Rosneft. A ExxonMobil afirmou que a multa foi “fundamentalmente injusta” e que seguiu a “orientação clara” da Casa Branca e do Departamento do Tesouro porque a atividade se relacionava com os negócios da Rosneft, e não com o negócio pessoal de Sechin. Fonte: Dow Jones Newswires.

Fonte: Exame