Consumo de gás natural em Sergipe cresceu 7,1% no mês de maio

Uma análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, com base nos dados da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), apontou que foram consumidos, no mês de maio desse ano, uma média de 252,4 mil metros cúbicos (m³) de gás diário em Sergipe. O consumo de gás foi 7,1% superior ao registrado no mês anterior (abril/2017), entretanto, em comparação com o mesmo mês do ano anterior (maio/2016) houve retração de 8%.

Segundo o levantamento, o consumo médio das indústrias sergipanas foi de 154,1 mil m³/dia, maior 9,9%, na comparação mensal (abril/2017), porém com retração de 12,9%, na comparação com o mesmo mês do ano anterior (maio/2016). A recuperação do consumo de gás no mês de maio, em relação ao mês de abril, é um bom indicativo da recuperação do setor e da economia. De acordo com o presidente da Abegás, o consumo de gás natural é um importante termômetro da economia do País.

Consumo de gás por segmento: Maio de 2017

Analisando por segmento, o consumo nas indústrias continua tendo a maior participação (61,1%), seguido pelo consumo automotivo (postos), com 34,7%. Em conjunto, estes segmentos responderam por mais de 95,8% do total de gás consumido em Sergipe.

O consumo do segmento veicular somou 87,7 mil m³/dia, apresentando crescimento de 1,6%, em relação ao mês anterior. E expansão de 0,4%, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Já o consumo de gás natural para cogeração ficou em 1,6 mil m³/dia, o que representou avanço, na comparação mensal, de 14,4%. Contudo, na comparação anual (maio/2016), foi registrada redução de 22,8%.

Nas residências e no comércio, o volume consumido foi de 5,4 e 3,5 mil m³/dia, respectivamente. Para as residências, o consumo de gás apresentou expansão de 20,3%, já no comércio, o consumo foi 14,6% superior, ambos em relação ao mês anterior. Em relação ao mesmo mês do ano anterior (maio/2016), o consumo residencial ficou 15,9% acima, enquanto o consumo comercial cresceu 9,7%.

Fonte: g1.globo.com

Gás natural dos EUA atinge máxima de seis dias

© Reuters.  Gás natural dos amplia rali
© Reuters. Gás natural dos amplia rali

Investing.com – Contratos futuros de gás natural subiam pela segunda sessão seguida nesta terça-feira, atingindo seu nível mais forte em mais de uma semana já que previsões climáticas de curto prazo apontavam um clima mais quente.

Contratos futuros de gás natural com vencimento em setembro eram negociados por US$ 2,998 por milhão de unidades térmicas britânicas às 09h15 (horário de Brasília), alta de US$ 0,036 ou cerca de 1,2%. Mais cedo, chegaram a US$ 3,000, valor mais alto desde 14 de agosto.

Os contratos futuros registraram seu maior dia de ganhos em duas semanas na segunda-feira, saltando 2,5% após modelos atualizados de previsão do tempo mostrarem que a alta pressão com temperaturas quentes dominará a maior parte dos EUA nesta semana.

Máximas acima de 30 graus são esperadas e devem favorecer demanda nacional consideravelmente mais forte até o final da semana.

Preços do gás natural acompanhavam de perto a previsão do tempo nas últimas semanas, já que investidores tentam avaliar o impacto das mudanças do clima na demanda de resfriamento do final do verão.

Quase 50% de todos os domicílios norte-americanos usam gás para resfriamento.

O total de gás natural em estoque chega a 3,082 trilhões de pés cúbicos de acordo com a Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA, na sigla em inglês), o que representa 7,6% a menos que os níveis neste mesmo período do ano passado, mas 1,8% acima da média de cinco anos para este período do ano.

As expectativas prévias para os dados dos estoques desta semana, com divulgação prevista para quinta-feira, é de um aumento na faixa entre 37 e 47 bilhões de pés cúbicos na semana encerrada em 18 de agosto.

Isso se compara a um aumento de 53 bilhões de pés cúbicos na semana anterior, 11 bilhões no ano anterior e um aumento médio de cinco anos de 53 bilhões de pés cúbicos.

Fonte: Investing.com

Os Futuros do Gás Natural subiram durante a sessão europeia

© Reuters.  Os Futuros do Gás Natural subiram durante a sessão europeia © Reuters. Os Futuros do Gás Natural subiram durante a sessão europeia
Investing.com – Os Futuros do Gás Natural subiram durante a sessão europeia na sexta-feira.

 

Na Bolsa Mercantil de Nova York, Os Futuros do Gás Natural em Setembro foram negociados na entrega a US$ 2,920 por milhões de unidades térmicas Britânicas no momento da escrita, subindo 0,31%.

Anteriormente negociadas na alta da sessão a US$ por milhões de unidades térmicas Britânicas. O Gás Natural estava propenso a encontrar apoio em US$ 2,856 e resistência em US$ 3,018.

O Índice Dólar Futuros, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, registrou perdas 0,41% para negociação a US$ 93,26.

Em outra parte da Nymex, O Petróleo para entrega em Setembro registrou ganhos 0,40% para negociação a US$ 47,28 por barril enquanto O Óleo para entrega em Setembro registrou ganhos 0,18% para negociação a US$ 1,5848 por galão.

Fonte: Investing.com

Licitação de unidade de gás da Petrobras terá poucas estrangeiras

Das 30 empresas estrangeiras que a Petrobras convidou para a licitação, apenas cerca de 5 participarão, disseram três fontes

petrobras

Petrobras: para sanear o processo, a Petrobras agora está gravando em vídeo todas as reuniões com candidatos (Mario Tama/Getty Images)

São Paulo/Rio de Janeiro – Diante de casos bilionários de corrupção envolvendo empresas brasileiras, a Petrobras está em busca de concorrência entre companhias globais para construir uma Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) de 1 bilhão de dólares, mas o número de propostas externas será menor do que o previsto devido a requisitos mais rigorosos, disseram fontes com conhecimento do assunto.

A petroleira estatal excluiu da licitação grandes empresas locais de engenharia implicadas em um escândalo gigantesco de corrupção, em busca de um modelo de contratação blindado de interferências políticas.

No entanto, das 30 empresas estrangeiras que a Petrobras convidou para a licitação da nova unidade, apenas cerca de cinco participarão, apresentando propostas até 28 de agosto, disseram três fontes com conhecimento do assunto.

De acordo com as fontes, unidades da espanhola Acciona e da Sener Ingenieria y Sistemas, a italiana Maire Tecnimont, a japonesa Toyo e a chinesa Aluminium International Engineering Corp, conhecida como Chalieco, estão preparando propostas.

Adolfo Giaretti, superintendente da Tecnimont no Brasil, confirmou que a empresa participará. Outras companhias não comentaram de imediato.

Preocupadas por terem poucas opções se a Petrobras cancelar o contrato, as gigantes de construção e engenharia Bechtel Corp, Areva, Tecnicas Reunida SA, Larsen & Toubro Ltd, SNC-Lavalin, Thyssenkrupp, Hatch e Chicago Bridge & Iron foram algumas das que decidiram não concorrer, segundo seis fontes a par do processo.

As empresas não comentaram de imediato.

O esforço para incentivar a competição estrangeira sublinha até que ponto a Petrobras está indo –e o quanto mais precisa ir– para deixar para trás a Operação Lava Jato, que revelou bilhões de dólares de propinas e contratos forjados na estatal, cujas descobertas do pré-sal pareciam simbolizar a futura promessa do Brasil.

Para sanear o processo, a Petrobras agora está gravando em vídeo todas as reuniões com candidatos e exigindo a presença de ao menos quatro pessoas no recinto, de acordo com pessoas familiarizadas com as conversas.

A Petrobras também está exigindo propostas técnicas detalhadas para evitar os atrasos e gastos excessivos que prejudicaram o local de sua nova unidade de gás –o complexo petroquímico conhecido como Comperj, que foi um de seus projetos mais atingidos pela corrupção.

Em resposta a perguntas sobre a licitação, a Petrobras disse que a construção da unidade de gás deve começar no início do ano que vem, mas não quis dar detalhes sobre o processo.

A petroleira precisa finalizar a unidade até 2020, ou será forçada a reduzir a produção dos campos altamente produtivos do pré-sal. Quando o gás extraído com o petróleo não é processado, normalmente é reinserido nos poços, mas os limites à reinjeção serão atingidos até 2020.

Um processo de licitação limpo e competitivo será uma vitória para o presidente Pedro Parente, que fez da contenção do estouro de gastos em grandes investimentos uma prioridade.

“A prática contínua da redução de gastos é crucial para se criar confiança no processo de retomada da Petrobras”, escreveu Diego Mendes, analista do Itaú BBA, em uma nota dirigida a clientes no início deste ano.

O sucesso da unidade no Comperj também poderia servir de modelo para se atrair investidores e prestadores de serviço estrangeiros para projetos de infraestrutura em todo o Brasil –um alicerce da agenda econômica do presidente Michel Temer.

“Existe uma grande oportunidade para o Brasil inovar em projetos para preencher o vácuo de infraestrutura”, disse Norman Anderson, presidente-executivo da consultoria CG/LA Infrastructure.

Alarme

Ainda assim, os requisitos mais rigorosos para os prestadores de serviço da Petrobras cobraram seu preço.

Executivos destas empresas, que pediram anonimato para proteger relacionamentos profissionais, dizem que os concorrentes podem gastar até 10 milhões de dólares nos projetos de engenharia detalhados exigidos pela Petrobras para a unidade de gás e que a incerteza nos contratos desestimulou muitos a apresentarem propostas.

Um aspecto do contrato de construção da usina de gás natural que causou alarme em candidatos em potencial foi uma cláusula que permite à Petrobras encerrar o contrato a qualquer momento sem motivo e sem pagar penalidades ou concordar com uma arbitragem.

Fornecedores em busca de indenizações no caso de um rompimento de contrato teriam que contar com os tribunais brasileiros, notoriamente lentos.

Depois de protestos, a Petrobras incluiu razões específicas que lhe permitiriam encerrar um contrato unilateralmente. Mesmo assim, a maioria dos concorrentes internacionais considerou as condições arriscadas demais.

Os poucos que levaram adiante suas propostas também formaram consórcios para diluir os riscos, incluindo a parceria da Chalieco com o grupo brasileiro de médio porte Método Potencial.

Outros estrangeiros também estão escolhendo parceiros locais que não foram implicados em escândalos prévios. Nesses casos, as empresas estrangeiras convidadas pela Petrobras continuam sendo as principais prestadoras de serviço.

Fonte: Exame

ECONOMIA Petrobras reajustará preço do GLP industrial entre 6,3% e 6,9%

Com o aumento, o Sindigás calcula que o valor do produto destinado a embalagens maiores que 13 quilos ficará 39,2% acima da paridade de importação

Comércio varejista de gás liqüefeito de petróleo (GLP)

GLP: o aumento de preço será entre 6,3% a 6,9% (Damien Meyer/AFP)

Rio – O Sindigás informou que suas empresas associadas foram comunicadas nesta terça-feira, à tarde, pela Petrobras sobre o reajuste do preço do GLP industrial (para embalagens acima de 13 quilos), válido a partir da 0h da quarta-feira, dia 16 de agosto, nas unidades da petroleira.

De acordo com as informações que as distribuidoras receberam da Petrobras, o aumento de preço será entre 6,3% a 6,9%, dependendo do polo de suprimento.

Em nota, o Sindigás diz que o aumento do GLP para embalagens que atendem o comércio e a indústria é preocupante, pois afasta ainda mais o preço interno dos valores praticados no mercado internacional, impactando justamente setores que precisam reduzir custos.

Com o aumento de preços, a contar a partir de amanhã, o Sindigás calcula que o valor do produto destinado a embalagens maiores que 13 quilos ficará 39,2% acima da paridade de importação.

Fonte: Exame

Futuros de gás natural dos EUA começam a semana em alta

© Reuters.  Futuros de gás natural dos EUA começam a semana em alta © Reuters. Futuros de gás natural dos EUA começam a semana em alta
Investing.com – Contratos futuros de gás natural subiam nesta segunda-feira, atingindo seu nível mais forte em torno de três semanas já que previsões do tempo de curto prazo apontam para um clima mais quente.

Contratos futuros de gás natural com vencimento em setembro eram negociados por US$ 2,987 por milhão de unidades térmicas britânicas às 10h30 (horário de Brasília), alta de US$ 0,004 ou cerca de 0,1%. Mais cedo durante a sessão, chegaram a US$ 3,018, seu valor mais alto desde 21 de julho.

Os preços tiveram ganhos em torno de 7,5% na semana passada, o maior rali de preços em uma semana esse ano, devido a previsões do tempo positivas para investidores, já que indicariam aumento da demanda de combustível.

Preços do gás natural acompanhavam de perto a previsão do tempo nas últimas semanas, já que investidores tentam avaliar o impacto das mudanças do clima na demanda de resfriamento do verão.

Quase 50% de todos os domicílios norte-americanos usam gás para resfriamento.

O total de gás natural em estoque chega a 3,038 trilhões de pés cúbicos de acordo com a EIA, o que representa 10,6% a menos que os níveis neste mesmo período do ano passado e 8,4% acima da média de cinco anos para este período do ano.

As expectativas prévias do mercado para os dados dos estoques desta semana, com divulgação prevista para quinta-feira, é de um aumento na faixa entre 41 e 51 bilhões de pés cúbicos na semana encerrada em 11 de agosto.

Isso se compara a um aumento de 28 bilhões de pés cúbicos na semana anterior, 22 bilhões no ano anterior e um aumento médio de cinco anos de 50 bilhões de pés cúbicos.

Fonte: Investing.com

Leilão de blocos de óleo e gás tem 36 interessados, diz ANP

A 14ª Rodada vai ofertar 287 blocos nas bacias sedimentares marítimas de Sergipe-Alagoas, Espírito Santo, Campos, Santos e Pelotas

Plataforma de petróleo

Petróleo: a Shell está realizando estudos técnicos sobre as áreas de petróleo e gás que serão ofertadas para decidir participação (André Valentim/EXAME.com)

Rio de Janeiro – A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou nesta quarta-feira que 36 empresas manifestaram interesse em participar da 14ª Rodada de licitações de blocos exploratórios de petróleo e gás, sob regime de concessão, em 27 de setembro.

A 14ª Rodada vai ofertar 287 blocos nas bacias sedimentares marítimas de Sergipe-Alagoas, Espírito Santo, Campos, Santos e Pelotas e nas bacias terrestres do Parnaíba, Paraná, Potiguar, Recôncavo, Sergipe-Alagoas e Espírito Santo.

A partir de agora, a autarquia irá avaliar se as companhias que preencheram o formulário de inscrição, entregaram documentos de inscrição e realizaram pagamento da taxa de participação cumprem exigências do edital de licitação, segundo explicou a assessoria de imprensa.

Uma primeira reunião da Comissão Especial de Licitação para analisar a inscrição de parte das empresas que manifestaram interesse acontece já nesta quarta-feira, segundo a ANP.

A unidade da anglo-holandesa Shell no Brasil, segunda maior produtora de petróleo do país depois da Petrobras, está realizando estudos técnicos sobre as áreas de petróleo e gás que serão ofertadas para decidir participação, segundo afirmou o presidente nesta quarta-feira.

A petroleira Repsol Exploración, empresa do grupo espanhol Repsol também está estudando participar, em parceria com outras licitantes, conforme a ANP publicou na semana passada.

Fonte: Exame

Lucro normalizado da Comgás tem alta de 66,5% no 2º trimestre

A distribuidora de gás natural com atuação em parte do estado de São Paulo registrou lucro líquido normalizado de R$ 204 milhões no período

Companhia de Gás de São Paulo (Comgás)

Comgás: o lucro líquido foi de R$ 146,3 milhões (Divulgação/Divulgação)

São Paulo – A Companhia de Gás de São Paulo (Comgás), distribuidora de gás natural com atuação em parte do Estado de São Paulo, incluindo a região metropolitana, registrou um lucro líquido normalizado pela conta corrente regulatória de R$ 204 milhões no segundo trimestre deste ano, montante 66,5% maior que o reportado no mesmo intervalo de 2016.

O indicador normalizado, na visão da administração, melhor reflete o desempenho da companhia.

Pelo critério IFRS, o lucro líquido foi de R$ 146,3 milhões, representando uma queda de 66,5% sobre igual período do ano passado.

O Ebitda normalizado pela conta corrente regulatória somou R$ 459,8 milhões entre abril e junho, alta de 37,5% na comparação anual.

A companhia destacou que o número foi negativamente impactado por um ajuste não caixa na conta corrente regulatória no valor de R$ 60 milhões.

“Excluindo esse efeito, o Ebitda normalizado teve um incremento de 16,6%, refletindo o maior volume de vendas, melhor mix e positivamente afetado pela correção das nossas margens pela inflação em maio de 2016 e 2017 (9,81% e 2,55%, respectivamente)”, explicou a companhia. A margem Ebitda normalizado avançou 11,4 pontos porcentuais, para 33,8%.

O Ebitda IFRS somou R$ 366,3 milhões no segundo trimestre, o que corresponde a uma queda de 42,9%, influenciado pela mecânica da devolução da conta corrente regulatória. A Margem Ebitda, por esse critério, recuou 16 p.p., para 26,9%.

As despesas financeiras líquidas atingiram o montante de R$ 41,2 milhões no segundo trimestre deste ano, o que corresponde a um redução de 10,3% em relação ao mesmo período de 2016.

“Essa variação é explicada principalmente pela menor dívida líquida, queda da taxa de juros e reversão de contingência civil no segundo trimestre de 2017, parcialmente compensada pelo reconhecimento de juros sobre créditos tributários no segundo trimestre de 2016”, explicou a companhia.

A receita líquida atingiu R$ 1,359 bilhão, retração de 9%, refletindo a redução das tarifas, definidas pelas portarias da agencia reguladora, a Arsesp.

“Vale mencionar que estes movimentos ocorreram em virtude da dinâmica do custo do gás e do saldo da conta corrente regulatória, sem impactar as margens normalizadas da companhia”, destacou a companhia.

Fonte: Exame

 

Leilão de blocos de óleo e gás tem 36 interessados, diz ANP

A 14ª Rodada vai ofertar 287 blocos nas bacias sedimentares marítimas de Sergipe-Alagoas, Espírito Santo, Campos, Santos e Pelotas

Plataforma de petróleo

Petróleo: a Shell está realizando estudos técnicos sobre as áreas de petróleo e gás que serão ofertadas para decidir participação (AndréValentim/EXAME.com)

Rio de Janeiro – A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou nesta quarta-feira que 36 empresas manifestaram interesse em participar da 14ª Rodada de licitações de blocos exploratórios de petróleo e gás, sob regime de concessão, em 27 de setembro.

A 14ª Rodada vai ofertar 287 blocos nas bacias sedimentares marítimas de Sergipe-Alagoas, Espírito Santo, Campos, Santos e Pelotas e nas bacias terrestres do Parnaíba, Paraná, Potiguar, Recôncavo, Sergipe-Alagoas e Espírito Santo.

A partir de agora, a autarquia irá avaliar se as companhias que preencheram o formulário de inscrição, entregaram documentos de inscrição e realizaram pagamento da taxa de participação cumprem exigências do edital de licitação, segundo explicou a assessoria de imprensa.

Uma primeira reunião da Comissão Especial de Licitação para analisar a inscrição de parte das empresas que manifestaram interesse acontece já nesta quarta-feira, segundo a ANP.

A unidade da anglo-holandesa Shell no Brasil, segunda maior produtora de petróleo do país depois da Petrobras, está realizando estudos técnicos sobre as áreas de petróleo e gás que serão ofertadas para decidir participação, segundo afirmou o presidente nesta quarta-feira.

A petroleira Repsol Exploración, empresa do grupo espanhol Repsol também está estudando participar, em parceria com outras licitantes, conforme a ANP publicou na semana passada.

Fonte: Exame

Gasolina sobe em 17 Estados e no DF, segundo ANP

Na média nacional, a alta foi de 0,37%, para R$ 3,76 o litro, o segundo aumento após o reajuste do PIS/Cofins

Pessoa põe gasolina em carro

São Paulo: maior consumidor do País teve aumento de 0,57% no litro da gasolina (Getty Images/Getty Images)

Pessoa põe gasolina em carro

São Paulo: maior consumidor do País teve aumento de 0,57% no litro da gasolina (Getty Images/Getty Images)

Ribeirão Preto – O valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros subiu em 17 Estados brasileiros e no Distrito Federal na semana passada, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Na média nacional, a alta foi de 0,37%, para R$ 3,763 o litro, o segundo aumento após o reajuste recorde de 8,23% no período anterior, por causa do reajuste do PIS/Cofins.

Em São Paulo, maior consumidor do País, o litro da gasolina avançou 0,57% entre na semana passada, de R$ 3,513, para R$ 3,533, em média.

Em Minas Gerais o aumento médio foi de 0,76%, de R$ 3,816 para R$ 3,845 o litro, em média, enquanto no Rio de Janeiro houve alta de 1,36%, de R$ 4,124 para R$ 4,180.

O Rio de Janeiro tem o segundo maior preço médio sobre a gasolina, atrás apenas do Acre, onde o litro custa, em média, R$ 4,353.

Fonte: Exame